segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Faço juras de amor pelas horas que ainda estão por vir, só para a hora final do nosso amor nunca chegar ao fim. Sou um gato que vive a caça da morena, à procura do motivo do seu ultimo sorriso, pequena. Ando descalço pra acostumar-me com o frio do chão gelado que logo subirá para o meu coração, desde sempre sou assim, pessimista e com fome de leão!
Lá na Bahia fiquei sabendo da existência de uma pretinha, que de busto grande cabe muito amor. Na casa de madeira que estou construindo pra nós dois vai ter dois filhos mescladinhos com a nossa cor. Do casamento à festa de bodas tô sonhando faz tempo, tudo planejado, dinheiro pra comprar uma moto guardado, arroz esquentado e muito amor pra dar. Só falta descobrir o nome daquela pretinha, de saber se algum dia ela topa ser minha.
domingo, 16 de dezembro de 2012
Entrego-me a ti, como se fosse fácil deixar qualquer mesa de bar. Talvez, por medo de escolher demais e permanecer intacta aos amores vazios, deixo-me levar por qualquer brisa da prometida segurança de estar junto com alguém. E só muito além poderei descobrir as consequências de uma queda mal pensada mas, como todos nós sabemos, amar não está fácil nos dias de hoje.
domingo, 2 de dezembro de 2012
Hoje em dia qualquer boca não me atrai, qualquer olho claro não me encanta. Diz a lenda que do louco pra amar o coração virou autoritário, judiado do destino que engana noveleiro. Os senhores podem ficar aí sentados, na fingida piedade sobre mim, mas eu não ligo não, sofrer de amor é para os loucos, desconhecidos da saudade e solidão.
domingo, 11 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Conto I
Sentiu, como uma forte onda, um amargo gosto na boca. Fazia tempo que não provava algo assim. Gosto de desprezo, de rejeição, de solidão. Olhou pela janela a visão urbana que lhe presenteava naquele começo de manhã, deu pra não conseguir dormir agora. Se controlou ao máximo para não sair atrás de algo que pudesse amenizar sua dor, qualquer droga, seja ela líquida ou sólida, era um pedido da alma pra tentar fazer o coração parar de bater.
Esqueceu, por vários dias, a louça suja que se acumulava em todos os móveis da casa. Banho também lhe faltava, assim como o amor-próprio. Não falava com mais ninguém que não fosse ela mesma, não comia nada mais que solidão. Os três dias que se passavam pareciam mais um intenso século cruel. Depois de tanto pensar concluiu que era melhor morrer do que sentir mais um minuto daquilo. Gosto amargo na boca.
Quando era criança achava super legal um dia morrer com os pulsos abertos por uma gilete, em uma banheira cheia água, como se fosse um dolorido banho eterno. O problema é que hoje ela não tinha banheira, só um chuveiro velho, que tempos atrás testemunhava muitas vezes dois corpos nus, colado um ao outro, trocando prazer e juras de amor. Somente juras, e nada cumprido. Agora, pode-se ao menos compreender porque aquela pobre moça evitava o mínimo de higiene pessoal.
Mesmo assim, ela deu uma boa olhada pro chuveiro, tomou o ultimo banho, pegou um gilete sem nenhuma consciência real, e se deitou nua na cama. Depois de quase 72 horas ela se via com ânimo. Ânimo para morrer. Deitada, lhe passou a ideia de uma ultima gozada antes cumprimentar a Morte, afinal, um orgasmo nunca fez mal à ninguém.
Fechou os olhos e começou a se tocar, massagear o clitóris, apertar os próprios seios. Logo veio a imagem da boca dele, da barriga dele, do pênis dele e por fim o corpo dele por completo. Abriu os olhos com toda a força que teve, e tirou a mão da sua vagina brutalmente. Prometeu que não iria mais chorar. Mas a ideia do gozo ainda a perturbava. Mas como? A mente é perigosa, capaz de nos fazer rever coisas que jurávamos ter matado dentro de nós.
De repente, ouviu, como de costume, aquela irritante melodia vindo do andar debaixo. Novos Baianos. Do rádio do vizinho. Solteiro com pinta de chato. Foda-se. E, como fumaça, surgiu a ideia de foder com ele, talvez por uma hora até voltar para casa e dizer adeus. Feio ele não era, só meio esquisito com seu sotaque de gaúcho e suas músicas velhas. Pensou em descer, pelada mesmo, de elevador, tocar a campainha e não dizer nada, só rebolar. Mas ainda era tímida, pra vida, pra morte e pro tesão.
Tentou, então, a ideia de foder com ela mesmo, pensando nele com suas músicas chatas e seu olhar misterioso. Fechou os olhos mais uma vez, e começou a se tocar. De principio alguns traços daquele já familiar. Fechou ainda mais os olhos, se tocou ainda mais forte. Imaginou ele por trás dela, em qualquer lugar de qualquer horário. Gozou melando as pernas, e, pela primeira vez durante semanas de sofrimento antecipado, sorriu.
Fechou os olhos e dormiu, acordando sabe-se lá que horas. Tomou outro banho, arrumou a casa, comeu feito uma rainha e deu uma volta pelo bairro. Foi então que se lembrou da morte que havia marcado consigo mesma, e sorriu de novo. Ligou pra uma velha amiga que a convidou para passar o fim de semana na casa dela. E ela aceitou.
Voltou domingo à noite, implorando mentalmente por uma boa noite de sono, estava realmente se sentindo bem. Fechou os olhos e quando o sono estava batendo em sua porta, ouviu uma melodia. Novos Baianos. Vizinho Maldito.
Desceu, tocou a campainha duas vezes até a porta se abrir. Com um olhar desconfiado ele disse "Olá." Moreno alto, sorriso largo, olhos cor mel. "Tudo bem, já vou abaixar o volume." "Não... tudo bem... eu... só.." Ficaram se encarando por infinitos três minutos. "Quer entrar?" E ela entrou. Enquanto ele foi abaixar o volume do rádio ela respirou fundo e nem deu chance de pensar. Encostou seu quadril ao dele e sussurrou "Sabia que você me salvou?" "Do quê?" "Da morte." "Como???" "Assim.." E então ela tirou o vestido, e se viu nua ali, na sala dele. E o gaúcho, sem entender porra nenhuma e de pau duro, a beijou. Sem nenhuma troca de palavras se foderam a noite inteira, pra depois dormirem um abraçado ao outro.
Amanheceu, e algo a fez despertar. Novos Baianos. Abriu os olhos e deu de cara com o gaúcho lhe oferecendo uma xícara de café. "Quer que eu desligue o som?" "Não." Sorriu para si mesma, e aceitou o pedido de desculpas do destino. Estava, finalmente, em paz.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Não me pergunte o por quê. Vem assim do nada e surge com tudo, de repente, sem ao menos avisar. Aparece de fininho como tem que ser, como já estava escrito em qualquer lugar. E na hora que percebi, já soltei, desabafei. E aí o mundo ganha outra cor, aquela sua preferida, com o teu perfume e a tua canção. E eu? Apenas uma mera coadjuvante na sua vida, pedindo com doçura se não posso me abrigar em teu coração por um bom tempo. Talvez.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Pra você eu sou um talvez, em qualquer outro dia, pra qualquer outro horário. Só sirvo na sombra dos que não podem enxergar nós dois, só me sobra te matar a sede, curar a ressaca, tirar o tédio. Pra você eu sou o desdém, o conhecido desconhecido, a esperança de um dia ser alguém. Um beijo mal dado, um abraço largo, um amor inexistente.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Partiu, meu coração.
Pra qualquer lugar da minha mente
Partiu meu coração
Mais uma vez, um amor inconsequente
Não amo você
Até que o relógio marque as dez
Não, amo você
Do corpo todo até os pés
Aceito obrigado
Tua doce escuridão
Aceito, obrigado
Só pra enganar a solidão
Não espere
Porque eu já vou indo
Não, espere
Ultimo beijo na hora que eu estiver partindo
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Sofrer de amor sozinho se torna banal e inutilmente depressivo, porém, sofrer de amor junto com quem entende das dores de amar torna-se algo amenizante na alma de qualquer um. Talvez, em algumas visões, pode-se adquirir a ideia de um egoísmo repugnante, mas, para os que sempre acabam sozinhos nas decepções melancólicas do amor, ter outro alguém que sofre pode se tornar, de fato, um singelo pedido de desculpas do destino pela falta de sorte.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Dezessete anos e já sabia muito bem aonde procurar o que queria encontrar. Testava em qualquer boca alheia o gosto de tudo o que o mundo era capaz de lhe oferecer, e logo no final saia descontente pelo sabor dos outros que não tinha lhe agradado. Guardava qualquer tipo de rancor, mas se preocupava mesmo pela ausência do amor. Gostaria de saber o que era o motivo dos sorrisos bobos, das mãos trêmulas, da saudade que logo se passava quando um abraçava o outro. Queria poder tocar o céu da boca de um outro alguém com suas doces palavras, que sempre escrevia mentalmente pro seu futuro querubim. Desejava saber amar, mesmo que não fosse amada. Se queixava pelos elogios baratos dela mesmo ao espelho, porque não tinha mais ninguém para à elogiar. Comprou todas as simpatias da cigana da esquina pra fazer com que o seu próprio coração faça algo mais útil do que só bater. Jurava pra si mesmo que iria amar, mas nunca amou. De dezessete passou pros trinta e sete, e do amor se esqueceu, aprendeu com diversas pessoas que do amor só vem a dor, e na solidão qualquer coisa pode virar paixão. Porque o amor é uma arte, não é pra qualquer um, não ama quem quer, só ama quem pode.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Manchas de vinho barato nas roupas mais caras de qualquer prostituta moderna sempre me levam ao pensamento mais cruel sobre você, que foi marcante demais perante à mim mesmo. Uma hora me evaporava com teu fogo selvagem, e na outra me fazia tremer de frio com a tua gélida atitude. E nessa brincadeira de queima hoje e gela amanhã eu acabei me perdendo de paixão, já que me apaixono facilmente pela solidão depois do amor fácil. Aprendi a conviver assim, verão com neve e inverno com suor, desde que fosse acompanhado de você. Mas as horas passam depressa, com medo da minha raiva de ser ignorada pelo dono da minha paixão, entretanto, eu sei que se for pra ficar com você vai ter que ser assim, calor do amor e frio do medo de amar.
Mais uma vez, serena e distraída, você entrou pela porta de mim mesmo e se trancou por lá, só pra ter alguém para que você possa tirar sarro por amar. Mas amar não é pecado, se neste caso, fosse recíproco ou, ao menos, reconhecido. Talvez, em certa hora de uma certa noite de um certo ano você perceberá que a sua presença seria bem melhor ao meu lado, mas, de acordo com toda falta da minha esperança, creio que esta hora, noite e ano nunca chegará. Porém, de certo uma coisa eu tenho certeza... Como tu és bela, minha pequena.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Por que o tempo está tão quente e você está tão frio, sendo que deveria ser ao contrário? Por que você faz sair água dos meus olhos e não das nuvens lá fora? O meu valor não existe perante o que podemos chamar de um breve romance nosso, e eu continuo sorrindo com as tuas migalhas de beijos mal dados. Posso, em certas horas da madrugada, acordar afoita à espera de que um dia você possa sorrir para mim, mas a escuridão é tudo o que sou capaz de ver, e então, se por alguma inútil razão você aceita descansar em paz, fale agora ou cala-se na minha boca. O amor que chamo de nosso ainda não foi descoberto por você, e eu fingo que nada pode piorar quando não tenho hora marcada com a tua presença, mas a paranoia sempre aparece nos momentos mais melancólicos possíveis de cada dia vivido por mim.
De bar em bar, procurando toda a forma de me embriagar pra esquecer a falta de você. Jogando pro alto qualquer praga aos céus por nascer assim, com o coração mole por ti. Qualquer bebida não cura essa ressaca de saudade, esses olhos ainda molhados pelo amor que não foi me dado, e a culpa é toda sua. Eu ando meio transtornada, qualquer chamada no celular pode ser você disfarçado, querendo saber onde eu estou e que horas posso voltar pra você, mas na verdade a decepção bate à porta quando descubro que é a minha pobre mãe me chamando pra voltar à lucidez.
Nada mais complicado do que te amar e não ser amado, tudo fica tão sem graça, tão irritante e fora do ar. Nenhum livro me faz rir, e meu sorriso se fica ausente. O banho dura quinze minutos, a música se torna difícil de escolher, e todos os meus sonhos só pedem você. E seria tão fácil se fosse ao contrário, porque diferente de você eu não falaria nada, só te beijaria até o final dos nossos dias.
Faz tempo, meu amor, que meu sorriso está traçado ao seu, e que eu tô louco pra te fazer moradia de mim mesmo; como eu queria, sem usar palavras, te dizer como é grande essa saudade por você. E, por mais que eu não tenha dito uma palavra do que sinto diante de ti, você já tem um sorriso ensaiado, fingindo que sabe de tudo o que está acontecendo conosco. Poderia ser o ato mais simples; molharia o canto da minha boca, bem ligeiro, e então sairia todas as palavras que ensaiei sozinho no banho, só pra você. Poderia te comprar uma rosa, ou um bombom, pra combinar com o discurso que eu iria fazer, mas o meu simples beijo eu considero mais do que mil palavras. Perdão pela ausência do que você considera essencial para nós dois, mas sou assim, meio estranho, esquisitão... Mas só seu.
O primeiro sinal de raivosa paixão transparece fácil para qualquer um poder decifrar mas, para me fazer de difícil, eu tento evitar. Você todo impaciente não me deixa explicar que não é amor, mas ainda assim quero te amar. Me deixe ficar, não me peça para ir embora e depois voltar, não quero o seu tesão sem você saber me beijar. Mas me ame também, por que não? O medo a gente deixa pra lá, eu quero mesmo é um lugar pra ficar, um alguém pra amar.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Todas as vezes que eu me deitei com algum cara, ah.. eu juro que você foi o melhor! Não que eu diga isso para todos, mas você tem o dom de me arrepiar, docinho. Mas calma lá, não posso prometer que não vou partir amanhã, mas esqueça isso, vamos curtir o que resta de nós dois. Posso falar que vou comprar um cigarro naquela padaria da outra cidade que você não vai ficar tão triste assim, eu prometo. Ou posso te deixar um bilhetinho bem caloroso, enquanto você sorri dormindo. Mas não venha me acusando porque, baby, você sabe que eu nunca prestei. E todos naquela rua, ao virem nós dois abraçados, gritavam pra você "Ela não presta!", mas você não quis ouvir, e culpa eu não tenho, sempre fui assim. Mas vai ficar tudo bem, não pense no futuro, nada é para sempre, e não adianta gritar comigo porque, baby, você sabe que eu nunca prestei.
Olá? Bom Dia? Prazer? Como devo falar com você? Ainda tenho chance de chamar à sua atenção? Posso me presenciar em tua mente? Ou me marcar em teu coração? E perdão? Acompanhado de um refrigerante, ou uma água, ou eu mesmo? E você vai confessar a sua saudade perante a mim? Ou eu devo esquecer todas as vezes que flagrei teus olhos me seguindo? Posso parar com as perguntas ou devo continuar? E que tal te beijar? Aceita um abraço longo ou um sexo com amor? Amor? Não? Por que não? Eu e você? Juntos? No inverno ou no verão? Brigas ou tapas de paixão? Tudo bem? Tem certeza? E então...? Até mais? Até.
sábado, 29 de setembro de 2012
15
Ele só tem quinze anos. Mas me arrepia feito vento, me confunde com as tuas doces palavras, me instiga de prazer. Mas ele só tem quinze anos! E me faz descobrir todos os dias novas maneiras de me apaixonar, escreve o próprio nome de saliva no meu quadril, me faz implorar por alguns minutos junto à ele. E mesmo assim ele só tem quinze anos. E todas as vezes as minhas pernas ainda tremem, a minha boca ainda sofre abstinência pela falta da boca dele. Mas quantos anos ele tem mesmo? Quinze, e eu não ligo.
(Esse texto completou ontem 2 anos, e é em homenagem a uma grande amiga minha hahahaha)
As suas mentiras traçam uma vida resumida de migalhas, tudo que você possui é tão perto e ao mesmo tempo tão longe. Se tudo o que foi chorado ontem não foi lembrado hoje então quer dizer que não foi tão dolorido assim. Pois então, o nosso dever não é ter medo das palavras, e sim de quem dita elas. O nosso dever não é achar graça na piada, mas de quem conta elas. Não é amar o beijo molhado, mas de quem da ele. Não é valorizar o que foi valorizado, mas o que foi o mais esquecido por todos.
Ando sozinha porque todas as oportunidades de ser feliz com alguém falharam, e pela raiva joguei meu coração no chão, perdi meus sentimentos, rasguei as emoções. Assim, por não sentir mais nada me perdeu todos os sentimentos parecidos com o prazer de ter alguma presença no meu dia, e é por isso que você me encontra por aí, andando sozinha.
Todas as vezes que minha mente passava a sua imagem diante de mim, eu me via totalmente perdida. Eu realmente não sei o que esta acontecendo comigo, mas eu peço, por favor, que a sua lembrança não saia da minha mente, sei que no final eu posso chorar mas se não ter nada de você em mim serei mais infeliz ainda. Me expulsei do normal, me julguei por amar tão novo e agora eu estou doente por você, sei que no fundo eu posso me curar mas não quero perder a chance de ser feliz ao seu lado, nem que seja só por mim mesmo.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Quando se gosta de alguém é uma merda! Você se lembra daquela pessoa e não liga muito pras outras. Você se remói por dentro só querendo estar bem e fazê-la bem. Você fica confuso e com medo mas no final só quer que tudo dê certo. Você 'empurra com a barriga' até quando dá ou até não conseguir mais respirar... Pode ter sorte se o que sente for recíproco, mas felizes mesmo são aqueles que não sabem amar.
Me desdobro pra poder entender o que se passa dentro da sua cabeça, mas tudo bem, não importa nada desde que eu esteja com você. Agora que eu aprendi a sorrir melhor seria crueldade você me ignorar, então diga que gosta de mim assim como eu gosto de você, pra eu poder te beijar. Eu não ligo se algum dia me deixar, acontece com todo mundo, só não diga que a nossa hora chegou. Tudo bem, não precisa dizer nada, só deixe eu ficar com você, só deixe eu ser sua e você ser meu. Eu realmente não acredito que a nossa hora seja agora, há não ser que seja a hora de ficarmos mais juntos do que nunca. Só quero ficar com você, em qualquer horário, lugar ou humor, porque você é perfeito de qualquer jeito para mim. Ok, vou parar de ser melosa assim, vou parar de ser tão intensa... É que coisas especiais para mim eu trato assim, e você é a melhor delas, meu amor! Não precisa falar nada, apenas deixe eu ficar com você, mas por favor não me fale que a nossa hora chegou. Porque o que eu quero neste instante é só ficar com você. Talvez um dia, antes da nossa hora chegar, eu te mostre esse texto que escrevi pra você, mas eu te juro, você não precisa falar nada! Apenas deixe eu ficar com você.
Minha vida é cigana, onde de coração à coração vou morando, perdendo o melhor de mim, guardando o pior do que foi me dado. O que me resta no final é a esperança de um dia encontrar a metade de mim mesma, mas o que realmente sobra é mais um coração partido. E lá vou eu, de pouco à pouco procurando outro refém para me abrigar.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Ela era especialista em me fazer se sentir culpado, mesmo quando eu não tinha nada a ver com a história. Era egoísta, ia conversar comigo só quando lhe interessava e eu sempre caia feito pato nesses joguinhos dela. Era linda. Chegava-me a apertar o peito com tanto desperdício de amor meu que não se correspondia ao dela. Mas mesmo com tanto desejo de tê-la, afastei-me. Jurei à todos os santos que nunca mais iria ficar como tolo apaixonado, enquanto ela sorria sabendo exatamente o que fazia para me provocar. Mas meus amigos, não durou nem um minuto até que eu me conectasse de novo ao mundo daquela fantástica senhorita. E quem disse que se pode controlar o maldito amor?
domingo, 16 de setembro de 2012
Chegue na hora marcada pra me amar, mas não se enfureça se eu me atrasar. Ajude a minha boca a encontrar o caminho mais rápido pro calor da tua, e vê se avise o patrão que vai demorar, porque vai ser comigo que o mês vai passar. O amor é filho da puta, não me ajuda a ser capaz de esconder o medo que eu sinto de te perder, mas pode crer, benzinho, sempre vai ser infinito esse meu desejo por você. Perdão se eu te assusto com as minhas palavras ou com os meus carinhos demorados... Vou diminuir, juro pra você. Só não pode se esquecer; I love you e é pra valer!
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
No final de cada noite, danço feito vento nos teus cabelos, pra depois que tu me olhar com ar de zangado eu poder me deliciar com o teu jeito selvagem. Sei de cor todos os blues que tocam no teu coração, sou capaz de decifrar onde cada pelo do teu corpo habita, aonde cada olhar teu pode se esconder diante das vergonhas que faço você passar. Duvido de todo o amor que você se diz capaz de sentir por mim, mas no fundo o que desejo mesmo é que seja verdade.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Aqui sou eu, mais um amante da solidão, devotando todos os meus míseros segundos à ela. Porém, estou louco na vontade de um dia deixa-la na beirada da cama, dormindo em paz, enquanto fujo pra qualquer lugar em busca de uma bela moça para cuidar de mim e, para sempre, afastar a amante egoísta de minha vida. Mas sou um inútil perante tal tarefa. É medo. Quem vive sozinho, estar com a solidão já é bastante coisa.
Se a solidão chegar, babe, você sabe o que fazer? Eu não. Nunca fui boa com visitas que chegam de repente, sem avisar. Sempre tentei me esconder mas no fim ela sempre me achou, assim como todas as coisas ruins foram capaz de me achar. Sempre tentei disfarçar o nervosismo e a ansiedade mas o meu corpo nunca foi capaz de colaborar. E aí só um segundo bastou pra ela colar em mim, feito chiclete chato, e eu nem ao menos tive tempo de me defender.
Te convenci a me amar mas acho que foi ao contrário, pelo teu olhar dissimulado eu poderia enxergar, se quisesse, que o calor do teu corpo não era por mim. Talvez tudo isso algum dia poderá ter sentido se, claro, eu puder te vingar. Não que a vingança seja algo bom mas é o melhor remédio para amenizar alguma coisa. Se eu for capaz de sentir alguma coisa agora, é claro.
domingo, 19 de agosto de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
Tudo acontece quando menos se espera, assim como as canções que você atribui sendo a história tua e do outro, ou como os pensamentos que te perseguem na insegurança. Mas, num piscar de olhos, tudo o que começou de repente se tornou o fim. E mais uma vez, com o tempo te pregando peças, você se vê surpresa com a velocidade das coisas, e como a vida pode ser uma filha da puta quando ela quer.
Hoje não quero saber se o Sol foi embora ou só anoiteceu, muito menos quero ouvir o que pode acontecer se eu deixar todos a minha volta. Só quero ver o céu e, por favor, não me fale de você. Mas se insistir tanto posso te deixar o meu perfume, pra em tantos outros cheiros você saber o meu. Posso deixar o meu beijo ardente, pra você beijar as outras bocas e achar tudo muito sem graça. Posso deixar uma mecha do meu cabelo, pra você ter um pedacinho de mim ao teu lado. Mas não me venha com permissões para me seguir, escolhi ser do mundo e não de você.
Sinto como se algo pesado tivesse passado por cima de mim inúmeras vezes antes de acordar, e como se todas as palavras que eu queria desabafar não fossem capazes de saírem da minha boca. Há muito tempo estou assim e nenhum médico consegue diagnosticar o que causa todo esse tormento. Estou descendo ao inferno devagar todos os dias, mas não tenho forças para impedir esta façanha. Prefiro apenas deitar e olhar todos a minha volta. Se isso algum dia irá passar eu não sei, só sei que prefiro acreditar que tudo isso é pro meu bem.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
E agora?
Puta que pariu! É a unica coisa que consigo pensar... Puta que pariu! De tanta coisa pra se sofrer fui logo escolher as dores do amor?! Poderia até chorar por um joelho ralado ou um braço quebrado, sofreria facilmente pela morte do meu gato (Deus que me livre!) mas fui logo escolher me deprimir por amor. E olha que nem amor de mãe é! Argh, por quê? Por que justo comigo, Jesus? O que eu tenho de tão igual pra ficar chorando em todos os cantos da minha casa que nem as outras (ou outros)? Deve ser macumba.
Então eu quero morte, de preferência sem dor. E rápida porque deve ser foda morrer. Quero o velório mais bonito da cidade e, ao lado do meu caixão preto, quero uma faixa enoooorme branca e dourada escrito "HEY, SEU CRETINO FILHO DA PUTA! MORRI POR TUA CULPA!!", pensa que demais! Afinal, quem não quis, pelo menos uma única vez, que algum filho da mãe se sentisse culpado por todas as mazelas que fez para ti? Tu não? Ah, foda-se. Eu quis, quero e sempre vou querer .
Pensando bem, se eu morrer não vai ter muita graça, então eu posso infernizar a vida do desgraçado, cujo o nome eu prefiro não citar para evitar o profundo enjoo, até que o pinto dele caía, ou até que ele mude de cidade, estado, país, planeta... Seria ótimo se eu ao menos conseguisse pronunciar o nome dele. E se eu me apaixonasse outra vez (por outro cara, é lógico)? Não, péssima ideia. Esquecer um caso mal resolvido com um caso que ainda nem se resolveu nunca foi o meu forte. Meu Deus, o que fazer então? Me ajuda!!
E lá estava ele, lindo, cheio e me chamando pelo nome. Jack. Jack Daniels! Então o que me resta mesmo a fazer? Beber.
Então eu quero morte, de preferência sem dor. E rápida porque deve ser foda morrer. Quero o velório mais bonito da cidade e, ao lado do meu caixão preto, quero uma faixa enoooorme branca e dourada escrito "HEY, SEU CRETINO FILHO DA PUTA! MORRI POR TUA CULPA!!", pensa que demais! Afinal, quem não quis, pelo menos uma única vez, que algum filho da mãe se sentisse culpado por todas as mazelas que fez para ti? Tu não? Ah, foda-se. Eu quis, quero e sempre vou querer .
Pensando bem, se eu morrer não vai ter muita graça, então eu posso infernizar a vida do desgraçado, cujo o nome eu prefiro não citar para evitar o profundo enjoo, até que o pinto dele caía, ou até que ele mude de cidade, estado, país, planeta... Seria ótimo se eu ao menos conseguisse pronunciar o nome dele. E se eu me apaixonasse outra vez (por outro cara, é lógico)? Não, péssima ideia. Esquecer um caso mal resolvido com um caso que ainda nem se resolveu nunca foi o meu forte. Meu Deus, o que fazer então? Me ajuda!!
E lá estava ele, lindo, cheio e me chamando pelo nome. Jack. Jack Daniels! Então o que me resta mesmo a fazer? Beber.
Não diga não! Deixe os meus cabelos fazerem parte dos teus, e em teus braços o meu corpo virar moradia. Não deixe as mágoas virarem rotina se não forem de felicidade, só deixe eu te amar assim como você gosta. O medo habita dentro de ti porque você quer, então não culpe ninguém pelas suas falhas. Mas, se não sabe o que fazer, apenas deixe então o tempo decidir por você.
Lá fora é outro mundo, casa de gente grande, cidade cheia de luzes só pra encantar pescador, que do mar nunca se cansa. Mistérios podem ser desvendados se prestar bem atenção no final do filme ou no troco errado, e até daquela mulher que você amou. Cada um tem o dom de fazer alguém feliz, se tiver a sorte de fazer ele mesmo sorrir uma vez por dia, ou por hora.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Paralisada diante de todas as palavras que ela teve a capacidade de ouvir, talvez por um minuto, logo depois de disfarçar estar bebericando sua bebida forte, ela dissesse a resposta que ele realmente gostaria de ouvir, mas qual era? Em tantos argumentos que veio na tua cabeça ela escolheu a coisa mais sensata a se fazer, ficar quieta.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
talvez?
Talvez, por um minuto, você sussurrou que me queria, com gosto meio seco de todas as mágoas que plantei em ti. Talvez, por menos de uma hora, você esperou que eu deitasse no teu peito e não dissesse nada. Talvez, por um longo tempo, você reparou em cada milimetro do meu corpo, e então na hora de praticar amor já sabia qual parte minha que mais lhe agradava. Talvez muitas coisas poderiam ter acontecido se, de fato, eu acreditasse no talvez.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
sábado, 11 de agosto de 2012
Anteontem te amava, passou da meia-noite e já te odeio. Inevitável e no mínimo curioso. Te quero em três minutos e fujo de ti em dois segundos. Sonho em comprar o mundo pra ti agora, mas logo depois só penso em me vender pra ficar longe de você. Inexplicável. Surge uma vontade louca de você ser meu pra sempre e logo em seguida eu só quero parar de te ouvir me chamar de "minha menina". Bebo você todas as vezes que possível e sempre no final acabo te vomitando. Respiro você mas sempre tô querendo que me falte o ar. Te amo e te odeio. E tô nessa, aprendendo a me equilibrar.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Sorrirá para nós
O doce sabor da vitória,
Então vão!
Espalham as boas novas.
Conte até para o rei
Que de chorar deixei,
Das mazelas esquecerei,
E em altas doses tomarei
Dos doces beijos teus
Misturados aos meus amargos palavrões
Pra certa a dose ficar.
Até que por fim,
Nossos corpos se tornarem um só
Até você se enjoar de mim
Ou eu virar pó.
domingo, 5 de agosto de 2012
Os dias passam devagar quando não sou o motivo dos seus sorrisos fiéis, e até me atento a morte com vinho barato pra tentar esquecer a curva das suas mãos coladas na minha cintura, só por um momento.
Os dias passam rápido quando olho para trás e vejo todas as baboseiras que fui capaz de escrever sobre algo parecido com nós dois juntos. Seu olhar é uma serpente que me seduz e eu sempre entro no teu jogo, e não é por não me cuidar mas sim por não ter mais vontade de lutar contra esse amor.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
não tenho nada a perder, e aí vagabundo fica de fora pra se roer
de inveja, não se engane, tem mil pra tenta te derruba
mas quero ver um pra te ajudar
é tudo gargalhada forçada, mal amada
chama todo mundo, eu quero ver você tentar
pode fazer mil feitiço mas não vai conseguir me derrubar
safados que fazem falta, porque apesar da importância tá em pauta
era nas pira errada que era mais massa!
terça-feira, 31 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Ontem te amava, pedia dose de você. Me sentava com qualquer estranho e contava sobre todos os pelos suados do seu corpo, assim, na maior intimidade com o desconhecido. Pobre coitado! Tinha que aguentar a paixão raivosa que salivava da minha boca. Logo mais tarde ia pra casa, sorria pra Lua, deixava ela brilhar mais do que eu. E eu só sabia uma canção, aquela lá, a nossa. Ou aquela que eu denominei que era nossa mas que você sequer ouviu uma única vez. Chegava em casa e te rabiscava na parede do meu quarto. Mas que puta prejuízo pra pintar tudo aquilo depois. Desgraçado! Ordinário! Sem coração! O ontem morreu, e o hoje chegou. Você mesmo me avisou que era homem de um dia só, mas eu sempre tive esperanças, o ontem poderia até virar o amanhã. Mas não virou.
domingo, 22 de julho de 2012
Eu já não sei se tô misturando, dando bandeira à solidão, mas eu só te quero mais um pouquinho, vamos nos aproveitar. Só preciso de uma decisão, mesmo que não, venha comigo, quero você, perto ou longe. Maldição é essa merda denominada amor; não quero ter mais coração, se não for pra ficar com você, então ligue pra morte, não quero mais viver.
Pra que fingir que sabe quando o amor acontece e depois, em desespero, perceber que já não é mais dono dos seus próprios sentimentos? Você diz que não liga para os pensamentos alheios mas vive emburrado aos cantos quando ninguém te elogia por inteiro. Acha que pode entender o motivo de todas as coisas mas, no final de cada madrugada bêbada, você se vê esparramado no chão do banheiro.
sábado, 21 de julho de 2012
Eu posso te confessar por um breve momento o quanto te achei sensual naquele corredor escuro, onde nenhum trecho de luz era capaz de bater no teu rosto. Eu te digo isso porque posso provar à você que a beleza verdadeira é aquela que vem de dentro e que só somos capazes de enxergar quando ficamos perdidos na escuridão.
Alguém me perguntou sobre o desaparecimento do meu sorriso, sobre o sumiço do brilho dos meus olhos; procurei vestígios de alguma desculpa qualquer mas não encontrei respostas, só soluções. Nada que um pouco do calor da tua pele não possa curar, ou algum beijo teu não possa me saciar. Nada que uma dose diária de você que não possa ser capaz de tirar todos os problemas da minha vida, e por fim, só deixar amor. O teu amor. O meu amor. O nosso amor.
terça-feira, 17 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
somos todos miseráveis à procura de migalhas para preencher o nosso coração, e depois de tudo ainda procuramos lamentar por todos que ainda possuem esperanças nas noites solitárias, procurando por amor. procuramos nas selvas de pedra, mas nunca achamos nada de concreto que seja verdadeiro, além dos corações frios dos fregueses usados. queremos amar de verdade, mas só sabemos procurar e nunca achar.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Malandragem sou eu me perdendo nas curvas do teu corpo e logo depois você dizer que tem que partir, covardia tão vulgar é quando você me beija calorosamente me fazendo confundir com os meus próprios sentimentos. Os teus olhares mais malandros me revelam o desejo do calor que os nossos corpos unidos fornecem, e eu só queria te contar que nada disso importa se o amor não está presente.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Ela rebola na multidão mas é especialmente para você, querido. Antes de entrar aqui já havia uma placa lá fora avisando todos os perigos desse lugar, todas as bebidas caras e todas as prostitutas que só sabiam chorar. E o amor nunca é falado aqui, nunca é falado aqui, então esqueça todas as suas paixões, porque ninguém vai querer saber se você já amou algum dia, então pague um drink caro para qualquer par de seios fartos, se imagine na cama com qualquer uma mais tarde. Antes de se sentar na mesa já haviam te avisado sobre os perigos desse lugar, sobre as almas que não conseguem sentir nada de tanto que já sentiram, sobre as músicas que te fazem lembrar de casa. Mas o amor nunca é falado aqui, nunca é falado aqui, então esqueça todas as promessas de para sempre, porque ninguém se importa.
sábado, 7 de julho de 2012
Perdão pelos exageros que saíram das minhas palavras, dos meus beijos, do meu desejo, mas não sei te desejar pela metade, pelos cantos, discreto e sem sabor. Se é pra te querer te quero por inteiro, todos os dias, em todos os momentos. Se você não é acostumado com amores inventados de última hora então não me venha com fiapos, com migalhas suburbanas. Aprendi a querer sempre mais de você antes mesmo de desejar alguma coisa tua; e eu quero poder sentir o gosto doce do teu corpo quantas vezes eu puder, sem me preocupar com as horas da rotina.
Me toque com cuidado, tenho estado meio desconectado, foi como um banho de água fria tudo aquilo que tive o desprazer de sentir. Escolha as palavras certas, pelo menos uma vez em sua vida, mas se chegou ao fim da trajetória ao menos me avise, por favor.
Meu fogo brando refletido no espelho tem me amargurado tanto, me fazendo perceber que as palavras explicadas perante os meus sentimentos foram em vão, eu não me curei das dores de um amor enganado. Eles disseram que toda essa mazela iria passar mas prevejo muitos dias sombrios pela frente, e se acaso conseguir me enterrar reze para que todos os anjos tenham piedade desta pobre alma entristecida.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Nós.
Somos todos em um só, a procura de mais outros para preencher o vazio que mora em nossos corações, a procura do que as outras bocas julgam ser felicidade. Comemos e nunca estamos satisfeitos, respiramos mas não estamos vivos, amamos e jamais é recíproco. Nunca tivemos um verdadeiro conceito para esperança porque não foram capazes de serem verdadeiros conosco. Não sabemos de ninguém, nem de nós mesmos e muito menos do que sentimos, mas sabemos que somos presos a sentimentos ilimitados, tão ruins e inacabáveis que sempre estamos a procura de algo para ameniza-los. Não sabemos de nada mas julgamos saber de tudo. Somos os donos do século, da nova geração, mas não somos capazes de mudar nada.
domingo, 1 de julho de 2012
Não pode sentir os cortes que jurei em te dar pelas grosserias que me obrigou a aguentar. Não pode me julgar por todas as vezes que inventei mil formas de te amar. Feito óleo a água é o que somos, é o que temos que aceitar! Você bem que poderia me ajudar, me aceitar, mas é o que você chama de destino que impediu de nos amar.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Tô precisando da tua boca colada sobre a minha, molhando cada pedaço do meu corpo com saliva, sussurrando as dores do tesão. Tô precisando esquentar as minhas mãos na tua cintura, e te lembrar que você sempre vai ser a escolha certa. Tô precisando deixar de ter tanto medo de gostar de você, e aprender a me entregar. Tô precisando me segurar pra não te agarrar, pra não te lambuzar, pra não te amar, não tão rápido assim. Tô precisando de nós juntos, em qualquer lugar. Tô precisando de você.
sábado, 23 de junho de 2012
Pra depois
Distorça teus cabelos negros sobre os meus lençóis até ficar com o cheiro do teu doce perfume, pra depois que tu partir eu poder me deliciar dos momentos bons vividos contigo. Deixe um pouco da tua bebida favorita no copo sujo das marcas do nosso batom, pra depois eu sentir o teu gosto no meu, delirar-me de paixão, confundir-me com tesão. Livre-se de todos os pensamentos luxuriosos se eles não forem feitos para mim; não autorizo que abandone o meu corpo suado, rabiscado de teus beijos molhados, pra depois me deixar na beira do abismo, jogada ao vento, pedindo fim.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Éramos completados um pelo outro e hoje nem nos falamos mais. Dizem que isso acontece quando a sua metade vai embora, e simplesmente deixa de te amar, mas como isso é possível, cara? Éramos inseparáveis, acreditávamos no futuro à dois e hoje nem se quer ouvimos as mesmas músicas. Pois então se queres assim, eu te deixo, eu te esqueço. Mas por favor, não volte aqui e não corra atrás, nem ouse me ligar nos momentos de insônia, porque eu já não quero, não te quero mais.
Não existe essa de que você não vai conseguir viver sem ele.Você vai conhecer outras pessoas e vai se apaixonar várias outras vezes, mas nunca vai sentir a mesma coisa que sentia pelo antigo dono do seu coração. Você vai sofrer e pedir consolo em alguma forma de distração. Mas acredite, você vai esquece-lo. (e se não esquecer, apenas vai deixar de ama-lo.)
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Não te autorizo a me deixar, muito menos declarar um amor que não existe; não permito que olhe para outra cor de pele que não seja a minha. Se for para me querer então que me queire todos os dias, até não sobrar mais amor dentro de ti. Se for para desejar algo, então que seja o meu corpo colado ao teu. Se for para me amar então me ame de verdade. Tudo o que começou deve se terminar.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Me remoo de ciumes por dentro, tiro uns palavrões da mente e solto bem baixinho, em um tom que você não é capaz de ouvir. invisto no sorriso falso para que você não imagine, mas em casa quebro pratos, arranco metade dos meus cabelos, choro e esperneio. No outro dia você me encontra na rua, e eu fingo que nem te vejo, sorrio e ergo o queixo. Claro que você me chama de louca, e não entende porra alguma. Mas o orgulho passa, o ciumes entra em esquecimento. Aí te quero de novo, te desejo. Mas então aquele famoso e angustiante sentimento; uma mistura de raiva, insignificância e tristeza, entra em ação novamente. Ciumes. E aí o ciclo se repete.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
mergulhei na profunda escuridão, me auto-destruí por achar que essa vida não valia mais a pena. Me fechei para não ser descoberta por ninguém, não pelo fato de não querer se relacionar com as pessoas, mas sim por não querer mostrar o quanto estava destruída. Ninguém gosta de se mostrar frágil, sensível, carente; você pode gostar de fazer manha por algum tempo, para chamar atenção, mas é totalmente diferente quando as pessoas sentem pena de você. Me tranquei e a única chance que via como solução para amenizar a dor era chorar. Cara, esse negócio de chorar nunca foi uma boa para mim! Você pode se sentir totalmente aliviada ao chorar mas eu me sinto uma.. fraca, para se dizer o mínimo. Chorar é realmente uma coisa que eu odeio fazer, mas quando você se vê perdida qualquer estrada é uma esperança. Chorei. Muito. Mas nada adiantou. Parei de chorar mas esse vazio ainda ficou. Mas ainda possuo esperança de que todo esse vazio passe. Quem sabe? Dizem que tudo nessa vida tem um sentido, não é mesmo?
nasci com a curiosa capacidade de me acostumar com as coisas ruins que acontecem ao longo da minha vida, e duvidar horrorosamente das coisas boas que vem na mesma. Já pensei, repensei e tentei mudar. Não consegui. Talvez o errado não seja eu e sim aqueles que me decepcionaram alguns anos antes. E agora, depois de todas essas longas e depressivas decepções, me vi acostumada com as mazelas da vida mas nunca, nunca fiquei realmente feliz com algum fato bom acontecido ou vivido.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Choro e não sei o por que.
Talvez choro por medo de não ter vivido, ou pela ausência de um amor
correspondido. Posso chorar pelas mágoas que não consegui perdoar ou pelas
atitudes que deixei de tomar. Também posso estar chorando por todos as palavras
ruins, ou pelo falta de amor sem fim. Só sei que o simples fato de não saber o
por que, acabo chorando ainda mais.
Benzinho, sua mãe avisou pra
tomar cuidado
Mas da minha boca você não largou
Agora não consegue achar seus sapatos
Na cama em que me amou.
Falei para não se apaixonar
Mas você não deu atenção
Entenda docinho, que eu não
sou de amar
É apenas noites de diversão.
Sou muito fogo pra você
aguentar
Cuidado! Você pode derreter
Não adianta me telefonar
E muito menos tentar
entender.
A vida é dos que não tem
coração
Dos que trocam amor pelo tesão
Magoam os que sofrem de
paixão
E muitas vezes é só por
diversão.
domingo, 3 de junho de 2012
meus inimigos tomaram a minha vontade de viver, fizeram macumba e torceram para o meu cigarro não acender. meus pais roubaram o meu amor, mataram meus super heróis, esconderam o meu sabor. meus amigos me dispararam para a lua, me despacharam para a estrada, me tiraram da rua. meu chefe se embebedou do meu café, explorou minhas habilidades, acreditou na minha fé. e você simplesmente me deu amor.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Índios soltos nas ruas
Vestindo suas roupas cruas
Caçando onças de paletó
Fugindo com seus carros sem dó
Anjos jogando xadrez no inferno
O diabo de biquíni no inverno
O dinheiro sendo rasgado
O país todo cagado.
Os discos de vinil pegando fogo
As prostitutas no sufoco
O sangue saindo pelo meu nariz
Várias overdoses por um triz
Cogumelos plantados no meu quintal
Para uma refeição banal
Mulheres cozidas com batatas
Religioso que mata
Vadias palitando os dentes
Tatuando cerejas indecentes
Meias furadas por cima das botas novas
O Rock and roll está de volta.
Com Ingrid Gili
domingo, 27 de maio de 2012
O vento sopra frio. A janela aberta, o cigarro sumiu, a noite não chega, o amanhã demora, o que eu faço, senhora?
Por que partiu? Por que se foi? O chão sujo se tornou meu companheiro, e meu corpo ainda implora por você inteiro.
Não sei, simplesmente parti... Mas isso me fez a cada dia perceber que com voce eu quero morrer! viver, crescer e aprender. Amo-te hoje, ontem, de dia ou quando anoitecer!
Por que partiu? Por que se foi? O chão sujo se tornou meu companheiro, e meu corpo ainda implora por você inteiro.
Não sei, simplesmente parti... Mas isso me fez a cada dia perceber que com voce eu quero morrer! viver, crescer e aprender. Amo-te hoje, ontem, de dia ou quando anoitecer!
Tento enganar meu corpo com uma dose de bebida, e isso tudo se mistura com a cama fria, sem você. Será que você pode me ouvir? Será que a tua boca ainda vai me servir?
Acho que sim. nosso amor é como a flor do teu jardim...quando há luz, dá de rosa até jasmim! Nosso amor funciona desse jeito, eu pra voce, voce pra mim!
Quantos meses de amor, quantos dias de dor. Então deixa tudo morrer, tudo se dissolver, diz sim pra mim que eu digo sim a você!
Com Saulo Santos. :)
Aqui jaz uma sereia que não nasceu no mar mas aprendeu as linguas dos maus pescadores, alucinada pelo poder da noite calada da cidade, louca pelos velhos tempos de loucuras no mar. No silêncio das ruas ainda sou capaz de ouvir os gemidos das almas excitadas pelo calor dos corpos colados, pelo vinho derramado, pelo cigarro apagado. Ainda se encontram poemas que contam noites bem vividas e gente esparramada em todo lugar, dissolvidas pelo cansaço e pela falta de amor. Ainda se encontram e se perdem muita coisa por aí, pelas ruas, pelo céu, pelo ar. Pode-se escutar nas bocas bem frescas muita coisa boa sobre mim e também muita coisa ruim, mas eu sou sereia e não nasci no mar, sou de todos os pescadores mas não sei nadar!
domingo, 20 de maio de 2012
Nessas emboscadas da vida mal vivida eu me vejo trancada no inferno de meus pensamentos, tentando absorver cada abraço mal interpretado, cada beijo que não foi roubado. Tentando costurar as doces palavras que saíram da tua boca em meu coração solitário, para remoer incertezas pregadas por quem brinca de fingir que sabe amar. Esse sou eu! Tenha piedade, tenha perdão, sou muita esperança pra um túnel de decepção.
Não sei o que se passa em teus pensamentos, e a cada segundo desejo desvenda-los. Não sei se o teu coração pulsa sobre o mesmo ritmo que o meu, mas acordo todos os dias com essa mesma vontade. Não posso prometer que não irei me apaixonar, é covardia; por isso peço perdão ao meu coração, porque eu quero muito, muito você.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Não sei se estou nessa só pra marcar presença, só sei que meu peito grita pelo sabor de uma vida de verdade. Devemos esquecer as contas, deixar o telefone tocar, a vizinha gritar. Aumentar o som daquele velho rock 'n roll, e nos dissolver por aí, virar nuvem de fumaça solta pelo ar. Não devemos mais controlar nossos sorrisos forçados, nem nossos belos calçados. Vamos virar cinzas pela cidade, voar em direção do magnetismo da felicidade.
domingo, 13 de maio de 2012
Talvez eu devesse deixar de olhar todas as noites para a
porta, com o instinto de achar que você vai voltar. Eu deveria não tremer
inteira a espera de sentir suas mãos frias junto ao meu corpo. Eu deveria tirar
um prato a mais que colocara na mesa de jantar. Poderia talvez parar de escutar
aquela sua canção favorita, ou rasgar aquele vestido que você tanto gostava que
eu usasse. Eu deveria fazer tanta coisa, mas só consigo te querer.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Tu te dissolves na tua
própria chuva de ilusões lentamente, sem se dar conta. Deixo-te com teu
tabuleiro de mentiras, traçado a egoísta vontade de brilhar mais que o Sol.
Tuas próprias mazelas
serão a única coisa que você se lembrará, e tua alma vendida à sombra da Sorte
errada será a tua maior perseguição.
Não se lembrarás de
mim, muito menos de nosso amor. Só será capaz de lembra-se apenas do teu último
sopro colado ao meu rosto antes de partir.
Onde posso comprar um amor bandido?
Daqueles que cheiram a tesão,
E com beijos doces, mais quentes que vulcão?
Onde acho um corpo bem conservado?
Pra me usar e ser usado,
Sem que eu tenha medo de troca-lo por um cigarro?
Onde posso encontrar mais um pulmão?
Pra se colocar no lugar do coração,
E ensinar a mim mesmo que respirar é mais importante do que amar?
Eu e você.
Combinamos nada um com o outro, mas mesmo assim não ligamos.
Sempre damos um jeito de nos reunir pelados, em troca de amor. Para não haver
discussão preferimos não abrir a boca. A não ser para sentir a pele do outro.
Impressionante. Ele ainda tem o poder de fazer minha epiderme arrepiar. Chega a
ser estranho. Transamos por horas feito loucos, depois acendemos um cigarro e
dormimos. Sem melação. Somente paixão.
Perfeito.
Liberdade.
Eras um pássaro tão bonito
Pintavas o céu com minha liberdade
Dava inveja aos homens que vestiam
A carapuça da desigualdade
Detalhavas o Sol e a Lua com a minha alegria
Bordavas o céu com a minha beleza
Desfilava em todas as nuvens
Sentia-me parte da realeza
Até que chegastes Satã e com inveja
Da minha felicidade
Mandou cortar minhas asas, e junto foi-se
Minha liberdade
Agora sois só mais um pássaro desfigurado, vazio, roubado
Aprendi a ficar só na saudade
Transformei-me em um humano, preso na alma de um pássaro
A procura da liberdade.
sábado, 21 de abril de 2012
Era uma noite especial. Pediram para eu fechar os olhos e, em segredo, fazer um pedido, qualquer um. Pedi você. Não por muito tempo, só até eu te beber por inteiro. E quando acabasse de te beber, ia pedir mais uma dose de você. Como eu mesmo falei, naquela noite tava liberado. Era uma noite especial...
quarta-feira, 21 de março de 2012
A epiderme arrepiada pelo tenebroso suspiro daquele em que meu coração ainda disparava, eu menti. Ainda tem rastros de cinza em meu coração. Por que tão solitária? Tão sozinha consigo mesma. A boca ressecada implorando por outra boca nova, ardosa, suculenta; ou por um copo de cachaça. Tanto faz. Tudo igual e tudo tão diferente.
Por que tão solitária? Com o coração trincado das outras feridas passadas em que nem aquele tempo milagroso que as pessoas tanto falam conseguiu curar. Morta no deserto, dissolvendo-se no temporal discreto da minha mente. Mente perturbada pelo medo de amar outra vez.
Por que tão solitária? Tremendo por dentro sob o efeito das luzes da cidade suja. Um peito costurado pelas palavras não tão confortantes de quem nunca sofreu das dores do amor. Já não sinto mais nada, tudo isso é como o vento. Respiro pesado e com as mãos vazias de autoconfiança. Por que tão solitária? Por que tão humana?
Por que tão solitária? Com o coração trincado das outras feridas passadas em que nem aquele tempo milagroso que as pessoas tanto falam conseguiu curar. Morta no deserto, dissolvendo-se no temporal discreto da minha mente. Mente perturbada pelo medo de amar outra vez.
Por que tão solitária? Tremendo por dentro sob o efeito das luzes da cidade suja. Um peito costurado pelas palavras não tão confortantes de quem nunca sofreu das dores do amor. Já não sinto mais nada, tudo isso é como o vento. Respiro pesado e com as mãos vazias de autoconfiança. Por que tão solitária? Por que tão humana?
segunda-feira, 19 de março de 2012
Eu a avisei
Eu a avisei, mas as doces fantasias te iludiram
E onde estas irrealidades te levaram?
A lama, no fim do abismo sem a luz da paz em teu coração
Você caiu sem saber voar, se despiu sem saber a quem desejar
Com a boca calada, coração arranhado
Agora fica entre as tralhas de teu armário, tremendo, se cortando
Se escondendo de mim
E eu te procuro, pra caçoar de ti
Pra rir em frente as teus olhos, sem dó nem piedade... e por quê? Eu avisei.
E onde estas irrealidades te levaram?
A lama, no fim do abismo sem a luz da paz em teu coração
Você caiu sem saber voar, se despiu sem saber a quem desejar
Com a boca calada, coração arranhado
Agora fica entre as tralhas de teu armário, tremendo, se cortando
Se escondendo de mim
E eu te procuro, pra caçoar de ti
Pra rir em frente as teus olhos, sem dó nem piedade... e por quê? Eu avisei.
terça-feira, 13 de março de 2012
Estava no escuro observando-o lentamente, tinha vários filhos da puta mas aquele dia eu só iria buscar ele. Minha lista estava grande e meu cigarro estava acabando, eu tinha que pega-lo logo, mas como conquistar a confiança sem que ele ao menos desconfiasse de quem sou eu? Manoel era malandro e sentia cheiro de traição de longe.
Cheguei e pedi uma pinga, pinga boa - o que era raro hoje em dia -, acendi um cigarro, respirei de alívio a deliciosa nicotina, olhei para o lado e vi Manoel mordendo o lábio, puro desejo olhando o meu rabo; nem liguei, eu gosto disso.
Peguei mais uma dose, fui até a mesa de Manoel, ele sorriu faltando três dentes e eu ri como a alma de um cangaceiro; dei a ele a melhor pinga daquela espelunca, Manoel deu um gole grande e cheio de prazer, enfim sentei ao lado dele.
Ficamos nos olhando durante um longo tempo, o suficiente para decifrar o que ele estava pensando, coloquei a mão no seu rosto e sussurrei as três palavras, ele gelou. Antes que tivesse forças para gritar ou fugir eu já havia roubado a tua alma, agora mora comigo no abismo negro, filho da puta! Acendi o meu ultimo cigarro, era hora de voltar, para a morte não tem hora e nem lugar.
Cheguei e pedi uma pinga, pinga boa - o que era raro hoje em dia -, acendi um cigarro, respirei de alívio a deliciosa nicotina, olhei para o lado e vi Manoel mordendo o lábio, puro desejo olhando o meu rabo; nem liguei, eu gosto disso.
Peguei mais uma dose, fui até a mesa de Manoel, ele sorriu faltando três dentes e eu ri como a alma de um cangaceiro; dei a ele a melhor pinga daquela espelunca, Manoel deu um gole grande e cheio de prazer, enfim sentei ao lado dele.
Ficamos nos olhando durante um longo tempo, o suficiente para decifrar o que ele estava pensando, coloquei a mão no seu rosto e sussurrei as três palavras, ele gelou. Antes que tivesse forças para gritar ou fugir eu já havia roubado a tua alma, agora mora comigo no abismo negro, filho da puta! Acendi o meu ultimo cigarro, era hora de voltar, para a morte não tem hora e nem lugar.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Grosserias
A maior das grosserias é amar e não ser correspondido
É sorrir e não ter de volta um verdadeiro sorriso
É beijar e não sentir fogo ardente da outra boca
Dançar sozinho em uma balada louca
Convidar e não ser convidado
Abraçar e não ser abraçado
Grosserias que ele faz comigo
Tão leve, solto e arisco
E só porque vem de ti as grosserias, eu deixo
Meu coração finge que aguenta, é extenso
E se parar para pensar a grosseria é minha
Que deixo ser fantoche em suas mãos macias
Mas não deixo de te amar, fica em segredo
Não sei me imaginar sem ti, tenho medo.
É sorrir e não ter de volta um verdadeiro sorriso
É beijar e não sentir fogo ardente da outra boca
Dançar sozinho em uma balada louca
Convidar e não ser convidado
Abraçar e não ser abraçado
Grosserias que ele faz comigo
Tão leve, solto e arisco
E só porque vem de ti as grosserias, eu deixo
Meu coração finge que aguenta, é extenso
E se parar para pensar a grosseria é minha
Que deixo ser fantoche em suas mãos macias
Mas não deixo de te amar, fica em segredo
Não sei me imaginar sem ti, tenho medo.
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