quinta-feira, 14 de junho de 2012
Me remoo de ciumes por dentro, tiro uns palavrões da mente e solto bem baixinho, em um tom que você não é capaz de ouvir. invisto no sorriso falso para que você não imagine, mas em casa quebro pratos, arranco metade dos meus cabelos, choro e esperneio. No outro dia você me encontra na rua, e eu fingo que nem te vejo, sorrio e ergo o queixo. Claro que você me chama de louca, e não entende porra alguma. Mas o orgulho passa, o ciumes entra em esquecimento. Aí te quero de novo, te desejo. Mas então aquele famoso e angustiante sentimento; uma mistura de raiva, insignificância e tristeza, entra em ação novamente. Ciumes. E aí o ciclo se repete.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
mergulhei na profunda escuridão, me auto-destruí por achar que essa vida não valia mais a pena. Me fechei para não ser descoberta por ninguém, não pelo fato de não querer se relacionar com as pessoas, mas sim por não querer mostrar o quanto estava destruída. Ninguém gosta de se mostrar frágil, sensível, carente; você pode gostar de fazer manha por algum tempo, para chamar atenção, mas é totalmente diferente quando as pessoas sentem pena de você. Me tranquei e a única chance que via como solução para amenizar a dor era chorar. Cara, esse negócio de chorar nunca foi uma boa para mim! Você pode se sentir totalmente aliviada ao chorar mas eu me sinto uma.. fraca, para se dizer o mínimo. Chorar é realmente uma coisa que eu odeio fazer, mas quando você se vê perdida qualquer estrada é uma esperança. Chorei. Muito. Mas nada adiantou. Parei de chorar mas esse vazio ainda ficou. Mas ainda possuo esperança de que todo esse vazio passe. Quem sabe? Dizem que tudo nessa vida tem um sentido, não é mesmo?
nasci com a curiosa capacidade de me acostumar com as coisas ruins que acontecem ao longo da minha vida, e duvidar horrorosamente das coisas boas que vem na mesma. Já pensei, repensei e tentei mudar. Não consegui. Talvez o errado não seja eu e sim aqueles que me decepcionaram alguns anos antes. E agora, depois de todas essas longas e depressivas decepções, me vi acostumada com as mazelas da vida mas nunca, nunca fiquei realmente feliz com algum fato bom acontecido ou vivido.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Choro e não sei o por que.
Talvez choro por medo de não ter vivido, ou pela ausência de um amor
correspondido. Posso chorar pelas mágoas que não consegui perdoar ou pelas
atitudes que deixei de tomar. Também posso estar chorando por todos as palavras
ruins, ou pelo falta de amor sem fim. Só sei que o simples fato de não saber o
por que, acabo chorando ainda mais.
Benzinho, sua mãe avisou pra
tomar cuidado
Mas da minha boca você não largou
Agora não consegue achar seus sapatos
Na cama em que me amou.
Falei para não se apaixonar
Mas você não deu atenção
Entenda docinho, que eu não
sou de amar
É apenas noites de diversão.
Sou muito fogo pra você
aguentar
Cuidado! Você pode derreter
Não adianta me telefonar
E muito menos tentar
entender.
A vida é dos que não tem
coração
Dos que trocam amor pelo tesão
Magoam os que sofrem de
paixão
E muitas vezes é só por
diversão.
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