sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Não me pergunte o por quê. Vem assim do nada e surge com tudo, de repente, sem ao menos avisar. Aparece de fininho como tem que ser, como já estava escrito em qualquer lugar. E na hora que percebi, já soltei, desabafei. E aí o mundo ganha outra cor, aquela sua preferida, com o teu perfume e a tua canção. E eu? Apenas uma mera coadjuvante na sua vida, pedindo com doçura se não posso me abrigar em teu coração por um bom tempo. Talvez.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Pra você eu sou um talvez, em qualquer outro dia, pra qualquer outro horário. Só sirvo na sombra dos que não podem enxergar nós dois, só me sobra te matar a sede, curar a ressaca, tirar o tédio. Pra você eu sou o desdém, o conhecido desconhecido, a esperança de um dia ser alguém. Um beijo mal dado, um abraço largo, um amor inexistente.
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