Pra você eu sou um talvez, em qualquer outro dia, pra qualquer outro horário. Só sirvo na sombra dos que não podem enxergar nós dois, só me sobra te matar a sede, curar a ressaca, tirar o tédio. Pra você eu sou o desdém, o conhecido desconhecido, a esperança de um dia ser alguém. Um beijo mal dado, um abraço largo, um amor inexistente.
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