quarta-feira, 10 de outubro de 2012


Partiu, meu coração. 
Pra qualquer lugar da minha mente
Partiu meu coração
Mais uma vez, um amor inconsequente


Não amo você
Até que o relógio marque as dez
Não, amo você
Do corpo todo até os pés

Aceito obrigado
Tua doce escuridão
Aceito, obrigado
Só pra enganar a solidão


Não espere
Porque eu já vou indo
Não, espere
Ultimo beijo na hora que eu estiver partindo

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Os dias em que acordo e você não é a primeira coisa a se pensar são os mais extravagantes. Extravagantes em desejos, pensamentos e paranoias. Uma balança totalmente descontrolada, aonde o peso do desejo de te amar e de te esquecer brigam para ver quem leva mais vantagem. 
Sofrer de amor sozinho se torna banal e inutilmente depressivo, porém, sofrer de amor junto com quem entende das dores de amar torna-se algo amenizante na alma de qualquer um. Talvez, em algumas visões, pode-se adquirir a ideia de um egoísmo repugnante, mas, para os que sempre acabam sozinhos nas decepções melancólicas do amor, ter outro alguém que sofre pode se tornar, de fato, um singelo pedido de desculpas do destino pela falta de sorte.