terça-feira, 2 de outubro de 2012
De bar em bar, procurando toda a forma de me embriagar pra esquecer a falta de você. Jogando pro alto qualquer praga aos céus por nascer assim, com o coração mole por ti. Qualquer bebida não cura essa ressaca de saudade, esses olhos ainda molhados pelo amor que não foi me dado, e a culpa é toda sua. Eu ando meio transtornada, qualquer chamada no celular pode ser você disfarçado, querendo saber onde eu estou e que horas posso voltar pra você, mas na verdade a decepção bate à porta quando descubro que é a minha pobre mãe me chamando pra voltar à lucidez.
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