Confesso também que meu café já esteve menos amargo do que este;
Mas o que posso fazer se hoje a vontade não está comigo,
E a dor está presa em mim?
Em um dia ensolarado, enrolada a 1 edredom, aqui estou eu,
Fracassada pela minha falta de animação, derrotada pela dor;
Já me perdi em lágrimas,
Preciso de um banho, mas não vou me levantar, não agora.
O telefone não para de tocar, mas deve ser você com suas desculpas esfarrapadas e seu perdão malicioso,
Desista idiota, eu não vou te atender, eu não vou aceitar seu perdão;
Pegue todos as jóias que você me deu, e jogue-as no traseiro de cada vadia que você se deitou,
Mas por favor, não me venha com conversa cínica, porque de cínica já basta a minha vida.
Eu o odeio por ser tão lindo e tão cafajeste, e que culpa eu tenho?
Tentei ignorar todas as suas traições, e todas as suas ofensas,
Mas não dá mais, meu coração morreu, meu cérebro acordou, e aqui estou eu, morta e viva.
Nada mais em você me surpreende, e te olhar me dá nojo,
Eu sinto que isto é bom, mas é melhor você não aparecer aqui;
Você cheira a fracassado, e eu conheço bem esse cheiro,
Acho que é por isso que nos damos tão bem, não é mesmo querido?
Suma da minha vida, se deite com mil vadias e engane outra otária,
Mas não eu, nunca mais.

Nenhum comentário:
Postar um comentário