sábado, 8 de outubro de 2011
Mais nada.
Luzes lá fora me convidam para sair mas tudo me lembra o teu amor, e eu não quero...
Navalhas cortam a pele mas o amor corta o coração, o que é pior; já não consigo comer, beber ou dormir, só me resta rezar, rezar e rezar.
Vamos fugir, vamos embora? Mas o meu coração não aflora.
Entre meus mil sorrisos você nunca saberá ao certo qual deles é verdadeiro, e eu vou te enganado com o meu veneno; entre amores tão pequenos, emboscadas frias na luz de setembro.
O amor é um mar que te dá enjoos e euforia, te mata de tanta adrenalina e te deixa maravilhado com tanta beleza; mas beleza, meu amor, é passageira! Mil perdões, mil rosas despedaçadas, dentro do meu coração não existe mais nada.
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